Indice Sirius Black está amando?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

My Song- Cap 2: Perda

 Nós corremos até chegar á um beco sem saída.
- Doctor oque vamos fazer?- A Professora Song me perguntou. Eu não soube responder. Donna tinha se perdido, oque eu faço agora? Felizmente ela foi mais rápida que eu. Pegou sua arma e abriu outro buraco na parede. Fomos abrindo buracos até chegarmos em um salão com luz.
 Comecei a ver se tinha algum Vastha Nerada na sala, e havia. Enquanto eu vistoriava o salão, Dave 2. perguntava a Professora:
- Quem é ele? Você não nos disse nada, e quer que confiemos nele- Ele tinha um bom ponto. E isso podia se inverter. Eu não conhecia River Song, ela disse que me conhecia. Porque eu estou confiando nela?
- Ele é o Doctor- Ela disse
-E quem é O Doctor?- Falou o Lux, meio irônico.
- A única história que você ira contar, se sobreviver- Ela rebateu. Uh, essa foi boa, mas não muito otimista. Se bem que não tem razões pra estar otimista agora.
- Você disse que ele é seu amigo. Mas ele age como se não soubesse quem você é...- Anitta falou e a Professora a cortou
- Escutem vocês. Tudo que precisam saber é isso. Confiei nesse homem no fim do Universo, onde nós realmente estivemos.- Ela falou. Fim do Universo, tive que olhar rapidamente pra ela, depois dessa. Fim do Universo? Isso não soa muito promissor.
- Ele age como se não confiasse em você- Anitta replicou.
- Esse é pequeno problema: ele não me conhece ainda- Ela disse se levantando. Pude sentir o desespero na voz dela. Ela veio até mim.
- Qual é o problema?
- Tem algo interferindo no sinal- Respondi. Minha sonic nunca falha, porque agora?!
- Use o configuração vermelha- Ela disse. Olhei pra ela, chocado. Configuração oque? da onde ela torou essa?
- Não tem configuração vermelha- Respondi.
- Use os filtros- Ela falou
- Não tem filtros- É uma chave de fenda, não um computador, pensei.
- Vei ter um dia- Ela disse me oferecendo a sonic dela
 Peguei a sonic dela
- Então um dia no futuro eu te dei a minha chave de fenda?- Questionei. Não conseguia entender porque faria isso, eu nunca abro mão dela.
- Sim- ela falou sorrindo
- Porque eu faria isso?- Rebati
- Não roubei de suas mãos frias, quando você estiver morto se é isso que esta pensando-
Ela disse em tom de brincadeira. E se ela tivesse feito isso? Afinal eu não tenho pista que ela esteja do meu lado não?
- E eu sei disso porque?- Falei, um pouco grosso.
- Me ouça. Você perdeu sua amigas, está bravo. Eu entendo. Mas você precisa ser menos emocional Doctor. - Ela disse. Como ela ousa? Emocional, eu? se eu fosse emocional, eu teria corrido até o teletransporte pra ver oque havia acontecido!
- Eu não sou emocional!- Protestei.
- Tem cinco pessoa ainda vivas nesse salão, foque nisso-Ela falou, agora discutindo em voz baixa comigo.
- Ah Deus! Como você é difícil quando jovem!- Ela protestou. Jovem? Eu tenho mais de 900 anos! Quem ela pensa que é?
- Jovem? Quem é você?- Falei irritado.
- Ah, pelo amor de Deus! Olhem vocês dois!- Lux começou a protestar- Nós vamos morrer aqui, e vocês discutindo como um casal de velho casados!- Ele disse. Olhei um tanto surpreso pra ela. Casado? casal? Eu e ela? Achei que ela ia me olhar da mesma forma. Mas seu olhar era como se concordasse, como se fosse verdade oque o Lux acabou de me dizer. Não, não pode ser. Eu não me casaria com uma humana. Eu vivo pra sempre, ela morreria muito rápido. Porque eu faria isso?
- Doctor... Um dia eu vou ser alguém que você confia completamente- Ela falou séria, mas tinha dor no seu olhar, como se ela fosse fazer algo que fosse me machucar.
- Mas eu não posso esperar que você confie em mim agora. Então vou ter que provar pra você. E eu sinto muito- Ela disse colocando a mão no meu peito- De verdade, sinto muito. Ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido "Mildred"*. Não, como ela pode saber? O meu nome, ela acabou de falar o meu nome!
- Estamos entendidos?- Ela me perguntou, mas eu não conseguia responder. Ela sabe o meu nome.
- Doctor, estamos bem?- Ela disse com mais firmeza. Sussurrei um 'sim' fraco. Eu ainda não consigo entender, como ela pode saber meu nome? Só tem um momento em que eu posso ter revelado, seria no nosso casamento. Será que Lux está certo? Será que a mulher aqui na minha frente é minha esposa no futuro?
- Sim, estamos bem- Falei um pouco mais recuperado.-
-Que bom- Ela disse, meio afetada com a situação, pegou a sonic da minha mãe e se afastou. Pra disfarçar todo esse momento, resolvi fazer o que faz de melhor: Falar. Comecei a falar da minha sonic, enquanto outra parte do meu cérebro pensava no que podia estar interferindo e como evitar isso. Era a Lua. Comecei a bloquear o sinal e então, Donna apareceu, como um holograma feito pela minha sonic. Trabalha em fazer isso acontecer mais uma vez, quando Anitta começou a falar:
-Professora...
- Um minuto- River disse. Ela estaca com sua sonic me ajudando.
- É importante... Tenho duas sombras!- Anitta falou. Olhei pra ela. Senti meus corações pesaram um pouco. Mais uma, que eu não iria salvar. River colocou o capacete nela, e eu usei minha sonic pra tingir-lo de preto. Talvez eles sejam tão estúpidos que isso funcione.
- Oh Deus eles já estão entrando!- River exclamou.
- Não, não. Eu tingi o capacete, talvez isso faça que a deixem em paz- Expliquei
- Você acha que eles podem ser tão idiotas assim?- River rebateu. Olhei para ela. Dava pra ver que ela confiava no que eu disse-se.
- Talvez, Não sei. É um enxame não conversei com eles ainda- Falei pra ela. E era a verdade, era a melhor esperança que eu podia dar a Anitta. Foi quando eu vi. Ah uma pessoa a mais nessa sala.
- Professora, aqui por favor, veja isso- Falei me abaixando.
- Oque é?- Ela perguntou
- Você disse que tem ainda 5 pessoas vivas- Eu falei
- Sim, e?- Ela rebateu
- Então, porque estamos em seis?- Falei pra ela
Mandei então, todos correrem.

Estávamos correndo. quando tive uma ideia. Falar com eles.
- Professora, leve-os a um lugar seguro!- Mandei
- É um enxame carnívoro em uma roupa!- Ela protestou, como se tivesse entendido oque eu ia fazer.
- 5 minutos!- Exclamei. Ela é boa, isso tenho que admitir
- Outro Dave, fique com ele, tire-o daqui se ele fizer alguma estupidez!- Ela falou pro Dave
- 2 minutos, Doctor!- Falou pra mim.
 Comecei então fazer oque achava que devia. Mandei o Vastha Nerada se comunicar através do relê neutral de Dave1. Perguntei o porque caçar numa biblioteca, afinal eles caçam em florestas! Eles me responderam que não vieram caçar aqui, eles vieram daqui. Como? Então eu entendi. Livros... é claro! Como sou idiota! Todos os milhões de livros impressos especialmente pra a Biblioteca, eles já foram árvores! O Vastha Nerada são esporos de árvores, e foi assim que eles vieram. Dos livros.
- Devemos ir, Doctor!- Dave2 disse, pela 5 ou 6 vez. Oh, não. Me virei para ele. Era tarde demais, ele se foi. Perdi mais um. Abri o alçapão abaixo de mim pulei e com as mão fui segurando até chegar no outro prédio. De la foi andando até que achei River,Anitta e Lux. River falava com Anitta sobre mim. Parei um pouco afastado pra ouvir.
- Sabe, é engraçado, eu ainda fico achando que o Doctor está aqui- Ela disse num tom meio triste. Ei! E eu sou quem agora? O K-9?!
- O Doctor esta aqui, não?- Anitta perguntou.
- Sabe a sensação de quando você olha a fotografia de alguém que você conhece antes de você ter a conhecido? É como se elas não estivessem prontas- Ela falou.
- Sim, o Doctor esta aqui. Ele veio quando eu o chamei, como ele sempre faz.- Ela continuou.- Mas não o meu Doctor. Agora, o meu Doctor...- Seu tom mudou de triste, para um tom carinhoso e até orgulhoso- Eu vi exércitos inteiros fugirem de medo, e ele apenas voltando pra TARDIS e abrindo as portas apenas com um estalar de dedos! O Doctor, na TARDIS, próxima parada: Qualquer lugar.- Ela falou. Me senti mau por ela, por não ser aquele Doctor ainda
- Spoliers!- Falei, pra chamar a atenção, eu não queria ouvir mais nada, não agora, pelo menos.
- Ninguem pode abrir uma TARDIS com um estalar de dedos, não funciona assim- Falei enquanto descia as escadas
- Funciona para o Doctor!- River falou, quase como uma provocação.
- Eu sou o Doctor- Falei
- Sim, algum dia- Ela disse, com o olhar triste voltando
Fui checar Anitta, ela ainda esta viva. Bom, isso é bom.
- Doctor, quando chegamos aqui você não confiou na Professora Song, mas então ela sussurrou uma palavra no seu ouvido e você confiou- Ela disse. Isso não é completamente verdade. Eu não acho que confie em River Song ainda. Mas ela sabe o meu nome, isso quer dizer muita coisa, pensei.
- Minha vida esta tão distante, eu poderia usar uma palavra como aquela, oque ela disse?- Anitta perguntou- Seu segredos estão a salvo comigo- Ela terminou. Bum! Na minha cabeça. A salvo e não salvo**
- A salvo- Falei distraído
- Ah?- Anitta respondeu
- Ninguém diz salvo, se diz a salvo! O fragmento dos dados!- Falei me virando pra River e Lux
- 4022 pessoas salvas, nenhum sobrevivente- Lux falou
- Doctor?- River exclamou, percebendo que eu finalmente entendi algo
- Ninguem fala salvo, se fala a salvo, se ele falou salvo quer dizer literalmente SALVO!- Falei. Claro, salvo como fotos em um computador.
- Claro! Ah 100 anos teve um grande surto de energia, os Vastha Nerada começaram a atacar e o computador tentou teletransportar 4022 pessoas de uma vez só, mas manda-los para onde? Não havia lugar seguro com o Vastha Nerada dominando tudo, então 4022 presas no sistema, esperando serem enviadas, como e-mails!- Expliquei, ah, claro! E Donna também deve estar lá, pensei.
- Então o computador fez?- Perguntei
- Ele os salvou- River respondeu sorrindo.
- Eles estão salvos no HD- Falei.
 Então de repente um alarme disparou, e as luzes ficaram vermelhas. O que esta acontecendo agora? Por que nunca posso resolver um problema sem outro começar? Fui até o computador. Uma contagem regressiva de 20 minutos havia começado, ah não. Autodestruição, quem é que inventou essa droga de autodestruição?!
- Oque quer dizer apagar tudo?- River perguntou
- Que em 20 minutos esse planeta se rachará como um ovo- Respondi
- Não, o Dr.Moon ira controlar isso- Lux falou. Tomara, pensei. Um minuto depois, o sistema caiu. Droga, naão!
- Não,não,não,não!- Falei.
-Precisamos parar isso, precisamos salvar CAL!- Lux falou
- Oque é CAL, sr Lux?-Perguntei, já passou da hora dele explicar.
- Precisamos ir pro computador principal, eu te mostro- ele respondeu
- Isso quer dizer o núcleo do planeta!- Exclamei, como chegamos atér lá? pensei.
- Bem, então vamos lá!- River falou, sorriu e começou a andar, foi até o centro da sala e lá usou a sua sonic num alçapão. Era uma plataforma de gravidade. Genial.
- Sabia que gostava de você- Falei pra ela.
- Ah, você gosta- Ela afirmou. Olhei pra ela, é eu gosto dela. Usamos a plataforma pra descer até o nucleo.
 E la estava o Base de Dados
- Mais de 4000 mentes vivas, vivendo lá- Comentei.
- É mais ele não vai durar pra sempre. Estamos ficando sem tempo- River falou. Fomos andando, até chegar ao que deve ser a sala do HD. Uma voz de criança pedia ajuda
- O que é isso? É uma criança?-River perguntou
- O computador esta no modo de dormir- Comentei, e comecei a apertar as teclas pra ativa-lo. Não estava dando certo
- Doctor esta leituras- River falou me mostrando, ela entende de muitas coisas pelo visto
- Eu sei, é como se ele estivesse sonhando- Falei. Computadores não podem sonhar, mas era o que esse estava fazendo.
- Ele esta sonhando, com uma vida normal, com um pai adorável e todos os livros que já existiram- Lux falou. Agora eu fiquei confuso
- Computadores não sonham- Anitta falou
-Não, mas garotinhas sim- Lux rebateu, e puxou uma alavanca.
 Uma das estatuas/droides com o rosto de uma garotinha, estava conectada com o HD. Era a garota do computador de mais cedo. E era ela pedindo ajuda.
- Oh Meu Deus- River falou, surpresa
- Ela não esta no computador, de certa forma ela é o computador!- Falei. Porque alguem faria isso com uma menina?
- Essa é CAL. - Lux falou
 Como? CAL é uma criança. Uma pobre criança usada como a mente de um computador. Um computador que tem o maior HD de todos, como eles puderam fazer isso com ela?!
- CAL é uma Criança? Porque você não me contou isso? Eu precisava saber disso!- Gritei pra Lux
- Porque ela é da família!- Ele gritou de volta.
- CAL... Charlotte Abigail Lux, a filha mais nova do meu avô. Ela estava morrendo. Então ele construiu a Biblioteca e colocou amente viva dela aqui dentro, com uma lua pra cuidar dela. E toda a história humana pra se entreter, qualquer época pra viver, qualquer livro pra ler. Ela amava livros mais que qualquer coisa. Ele deu todos a ela!- Ele explicou. Isso é único. Mais uma vez os humanos e suas atitudes baseadas nas emoções me comovem. É um lindo gesto.
- Ele só pediu que a deixassem em paz, um segredo não uma aberração!- Lux terminou
- Então você não estava protegendo uma patente, você esta protegendo ela.-Comentei. Isso fez eu mudar o jeito que olhava pra Lux.
- É uma vida incompleta, claro.Mas é eterna!- Lux falou
- Então vieram as sombras- Eu falei. Isso fez CAL reagir
- Sombras.. eu tenho que salvar.- Ela disse
- E ela os salvou. Salvou todos da Biblioteca. Guardados em seus sonhos, á salvo.- Falei. Isso poderia ser até uma conto de fadas
- E porque ela não nos contou?- Anitta perguntou
-Porque ela esqueceu!-Respondi- Ela tem mais de 4000 mentes vivas, falando dentro de sua cabeça. Isso deve ser como... bem... eu- Falei.
- Então oque fazemos?- River perguntou. Um plano veio na minha mente. Eu ia trazer todos de volta.
- Fácil! Teletransportaremos todas as pessoas do Centro de Processamento, assim o computador se reiniciara e vai parar a contagem- Falei indo pra um dos computadores. Droga, Charlotte não tem memória suficiente pra isso. Mas eu tenho, pensei.
- Fácil! Eu me conecto com o computador e ela pode usar a minha memória!- É suicídio, mas vai valer a pena. River chegou mais perto, ela tinha entendido oque eu ia fazer.
- difícil, isso vai matar você- /ela falou chegando até mim, desesperada.
- É, e é mais fácil criticar- Comentei, enquanto prepara os dispositivos
- Ira queimar seus corações! E você não vai poder se regenerar!-  Ela falou desesperada. Ela realmente me conhece.
- Tentarei ao máximo não morrer, é meu principal objetivo!- Falei pra ela. Afinal esperança nunca é demais.
- Doctor!- Ela falou
- Eu estou certo. Vai funcionar!-Eu falei.- Agora você e Lux voltei pra cima, e coloquem todas células de download no máximo. E antes que você diga algo Professora, eu vou falar algo: Cale a Boca!- Mandei. Eu não precisava dela, desesperada, não agora.
- Eu te odeio as vezes!- Ela gritou.
- Eu sei- Falei sem pensar.
-Sr Lux comigo. Anitta tome conta dele. Se ele morrer, eu o matarei!- Gritou. Olhei pra Anitta rapidamente. Sim, eu estava certo. Anitta estava morta. O Vastha Nerada continuou falando como se fosse Anitta perguntando sobre eles. Era a minha chance, eu preciso negociar! Tive que chantageá-los e funcionou, eles deram as pessoas um dia. Seria o bastante pra elas.
- Anitta!- River exclamou. Claro que ela tinha que voltar.
- Eu sinto muito, ela já esta morta a um certo tempo, eu mandei você ir!- Falei pra ela. Se ela é, ou seria minha esposa num futuro que esta prestes a não existir, eu não quero que ela me veja morrer.
- Lux pode se virar sem mim, mas você não!- Ela disse. Me virei pra ela. Tudo que vi foi o braço dela vindo na minha direção e então tudo ficou escuro.

 Recobrei a consciência tempo depois. Ela me deu um soco! como ela pode?! Levantei a cabeça e vi River Song sentada com fios ligados a ela. Não! Ela não pode fazer isso! Ela tomou meu lugar!
- Oh,não,não,não, vamos!- Falei- Oque você esta fazendo? Este é o meu trabalho!- Falei pra ela. Sou eu que vivi demais, eu que matei o meu próprio povo. Ela é jovem, se eu morrer agora, ela não terá outras lembranças de mim, ela poderá ter uma nova vida!
- Oh, então eu não posso ter um carreira solo?- Ela falou, brincando. Ela esta preste a morrer e vai fazer brincadeiras.... Senti algo no meu pulso. Algemas.
- Porque estou preso? Porque algemas?- Perguntei a ela
- Spoliers!- Ela disse, dando um olhar que em outra situação me deixaria sem jeito algum.
- Pare de brincar! Pare agora! Isso vai te matar!- Eu falei desesperado, ela não pode morrer.
- Eu tenho uma chance, você não!- Falei tentando fazer ela mudar de opinião.
- Você não tem chance nem eu!- Ela gritou
- Quando a contagem terminar, haverá uma luz na tela, isso dará chances de fazer um download mais limpo- Ela falou com a voz um pouco tremula.
-River por favor, não!- Eu falei. Ela podia ter toda uma vida diferente. Eu não. Esse é meu trabalho, morrer pelos outros
- O engraçado é que isso quer dizer que você sempre soube como eu morreria!- Ela falou- Todo o tempo que estivemos juntos você sabia que eu viria aqui- Ela não estava me culpando, mas eu me senti culpado. Se eu sempre soube, porque nunca a impedir? Nunca fiz nada pra mudar o futuro?
- Da última vez que te vi, o você real, o futuro você, quero dizer. Você apareceu na porta do meu quarto com um novo corte de cabelo e de paletó. Você me levou a Darillium, pra ver as Torres Cantantes. Que noite foi aquela!- Ela falou. Meus corações agora eram pedras.
- As torres cantaram e você chorou! Você não me contou o porque mas eu acho que é porque você sabia que havia chegou a hora. Minha vez! Hora de eu vir pra Biblioteca!- Ela falava, tremula. Eu sentia raiva de mim mesmo agora. Como eu pude, ou melhor: como eu irei poder fazer isso?
- Você até me deu a sua sonic! Isso devia ser uma pista!- Isso me fez procurar e tentar pegar uma das sonics, eu tenho que me soltar,l eu te que salva-lá!
- Não a nada que você possa fazer!- River disse ao ver eu tentando esticar-me ao máximo pra pegar a sonic.
- Tem que me deixar fazer isso!- Implorei.
- Se você morrer aqui, quer dizer que eu nunca te conhecerei!- Ela falou. Mas eu não estava mais ligando. Não ligava se isso quer dizer que provocaria um paradoxo, não me importava se isso significava o fim da minha especie, ou a minha morte. Eu só ligava que ela era uma mulher que me conhecia melhor que qualquer outro ser vivo, e que ela merecia viver.
- Tempo pode ser reescrito!- Falai, chorando
- Não esse tempos!- Ela me respondeu, as lágrimas saindo dos seus olhos.
- Nem uma linha, não se atreva!- Ela falou
- Esta tudo ok, tudo ok. Não é o fim pra você!- Ela falou, me consolando.- Você me verá de novo! Você tem tudo isso pra viver! EWu e você, tempo e espaço! Veja-nos correr!- Ela falou.
- River, você sabe o meu nome!- Falei. Isso só pode significar que eu me casei com ela. Eu não posso deixar minha futura esposa morrer bem na minha frente.
- Sussurrou o meu nome no meu ouvido, so tem uma razão do porque eu diria a meu nome a alguém!- Falei, ela estava colocando a tiara pra CAL poder acessar sua memoria. Ela ia fazer isso, e eu não podia impedi-la.
- Só tem um momento em que eu poderia...- Eu falei, mas ela me cortou
- Shhhh. agora. Spoliers- Disse chorando. E então conectou. A luz ficou extremamente forte. E quando se apagou, ela já não estava ali. O computador fez o que tinha que fazer. Usou a sua memória, e guardou o seu corpo no campo de dados. Professora River Song, não existia mais. Donna voltou. Ela me achou, e me soltou.
 Achei o Livro de River em suas coisas. Fiquei tentado abrir e tirar todas as minha dúvidas. Mas pra que? Eu que sempre evito saber o fim das histórias, já sei como essa, como nossa vai acabar. Pra que saber então o resto? E ali em silêncio, prometi a mim mesmo que evitaria que isso acontece-se, de alguma forma. Eu ia mudar aquele final.
- Sua amiga.. Professora Song. Ela te conhecia no futura mas não a mim. Onde eu vou estar no futuro? Porque quando ela ouviu o meu nome, o jeito que ela me olhou...- Ela falou preocupada. Cortei-a. Eu sei que ninguém fica comigo pra sempre.
-Donna... esse é o diário dela. Meu futuro. Eu poderia olhar. Oque você acha? Devemos ver o fim?- Perguntei.
- Spoliers, certo?- Ela perguntou. Sorri. Ela entendeu oque estava querendo dizer
- Certo.
 Peguei a minha sonic do futuro, a sonic dela. E botei ali, junto ao diário. Com outras biografarias.- Eu estava quase deixando pra lá quando veio um estalo na minha mente. A sonic! Corri de volta. Segurei a sonic. Porque? Porque eu dei a ela a tinha chave de fenda? Poruqe eu faria isso? O negocio é, eu tive anos pra pensar. Imaginar um jeito de salva-lá. eu não ia deixa-la morrer. Eu ia salva-la. E se eu ainda era eu no futuro, eu tinha dado um jeito e era a sonic a resposta, mas o que? E então eu achei. Ohhh. Eu tinha colocado um leitor neural. Eu a salvei.
 Comecei a correr. Eu tinha que chegar até o nucleo, até CAL. River poderia viver com Charllote no mundo dos sonhos dela. River não estaria morta completamente. E eu um dia poderia dar um jeito de vir aqui e resgata-lá! O leitor estava se apagando. Acelerei.
- Fique comigo! Você consegue! Eu e você uma última viagem!- Falei. Desabilitei a plataforma de gravidade, cheguei ao nucleo e descarrei ela. Charllote sorriu para mim. Eu consegui. Eu a salvei.
 Voltei pra a TARDIS. Estava lá na frente dela, quando eu parei. E se? Pensei. Estalei os dedos. A porta da TARDIS se abriu. Sorri. E corri em direção ao futuro.

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